Ofertas de domínios '.br', para sites no Brasil, ganham novas regras; veja como fica

Ofertas de domínios ‘.br’, para sites no Brasil, ganham novas regras; veja como fica

Liberação de nomes de endereços removidos da internet ocorrerá 1 vez por mês e não 3 vezes ao ano; domínios disputados serão vendidos para o maior lance.

Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) anunciou nesta terça-feira (29) que vai alterar as regras para liberação de domínios de internet no Brasil (aqueles que terminam com “.br”) que tenham sido retirados do ar. O que muda é:

  • Liberação de domínios removidos da internet será feita todo mês, e não três vezes ao ano.
  • Domínios muito disputados serão vendidos para o maior lance, em vez de ficar congelados após muitos embates.

A nova resolução foi aprovada na última reunião do comitê. Foi o primeiro encontro dos conselheiros desde que entrou no ar a consulta pública proposta pelo governo federal para recolher sugestões de mudança no CGI.br.

A nova regra não diz respeito aos domínios novos, ou seja, que nunca foram usados. Trata apenas daqueles que já tinha sido registrados e foram retirados da internet por motivos como:

  • Solicitações de cancelamento;
  • Não renovação pelo antigo titular;
  • Irregularidades.

Esses domínios podem ser angariados em processos de liberação. Até agora, ocorriam só três vezes ao ano, mas serão mensais a partir de setembro.

A proposta é que comecem na segunda quarta-feira de todo mês e durem sete dias. O procedimento a ser feito já nos moldes das novas regras ocorrerá a partir de 13 de setembro.

Outra mudança é que os domínios que terminarem a rodada de liberação com mais de um interessado passarão por um novo processo competitivo. As disputas serão leilões, em que vence aquele que oferecer o maior valor.

Os lances podem variar de R$ 50 a R$ 20 mil, dependendo do preço ofertado pelo domínio. Para endereços cuja oferta seja de até R$ 1 milhão, o valor do lance é ilimitado.

Em 13 de setembro, 400 mil nomes de domínio serão oferecidos a interessados. A lista daqueles que podem passar por uma nova disputa é atualizada enquanto o processo estiver no ar.

Mais de 500 endereços já são candidatos a passar pelo leilão. São endereços que já haviam passado por seis disputas para voltar ao mercado e não foram angariados por ninguém ou houve um impasse. Até agora, as regras do CGI.br determinavam que domínios nessa situação ficavam reservados indefinidamente e não voltavam à internet brasileira.

Fonte

Empresa de recrutamento Crossover realiza "torneio de contratação" para identificar e contratar brasileiros para atender empresas dos EUA

Procura-se programadores para trabalho remoto. Salário de até R$ 321 mil

Empresa de recrutamento Crossover realiza “torneio de contratação” para identificar e contratar brasileiros para atender empresas dos EUA

A Crossover, empresa de recrutamento e tecnologia com sede no Texas (EUA), está oferecendo aos brasileiros a oportunidade de trabalhar para empresas norte-americanas, ganhando salário de primeiro mundo, sem a necessidade de deixar o conforto e a estabilidade do seu país de origem.

No próximo dia 26 de agosto, a Crossover realiza no Rio de Janeiro seu segundo “torneio de contratação” no Brasil. Desta vez ela está buscando até 50 engenheiros de software sênior, especializados em Ruby on Rails e/ou PHP, e acenando com um salário anual de até R$ 321 mil, para trabalhar remoto, de casa no Brasil, atendendo em empresas de software dos EUA. 

Empresa de recrutamento Crossover realiza "torneio de contratação" para identificar e contratar brasileiros para atender empresas dos EUA

Os programadores com a experiência necessária em Ruby on Rails ou PHP e interessados em participar do torneio de contratação devem se inscrever no site oficial do evento. Os assentos são limitados a 200 pessoas.

No mês passado, a Crossover realizou uma competição de codificação de um dia em São Paulo, que reuniu 133 brasileiros e selecionou 27 especialistas em Java Script para trabalhar remotamente. A Crossover calcula que o evento gerou mais de US$ 2 milhões à economia do país em apenas 24 horas.

No evento do mês passado, em São Paulo, a Crossover confirmou a contratação de 11 engenheiros de software sêniores em JavaScript, cada um ganhando R$ 321 mil por ano, e 16 engenheiros de software em JavaScript, cada um ganhando R$ 187 mil por ano.

A Crossover começou a organizar seus eventos de contratação gamificada e competitiva de um dia no início do ano, em toda a Europa Oriental, África do Norte e Ásia Ocidental, incluindo Polônia, Rússia, Egito e Paquistão. 

Semelhante a um “hackathon”, eles envolvem profissionais seniores — principalmente engenheiros de software — para uma série de testes básicos, alguns desafios de codificação, e uma entrevista técnica. Para aqueles que se destacam com os melhores resultados é oferecido, na hora, emprego remoto com empresas americanas, como Aurea Software, Jive, CrazyEgg e Versata. 

“Após o sucesso do nosso evento no mês passado em São Paulo, onde injetamos mais de US$ 2 milhões na economia brasileira praticamente da noite para o dia, estamos de volta, desta vez com o objetivo de contratar até 50 programadores”, disse Andy Tryba, CEO da Crossover. “Dada a instabilidade dos imigrantes no mundo atualmente, acreditamos que os brasileiros acharão a possibilidade de trabalhar em casa, ganhando um salário no nível dos EUA, ainda mais atraente”.

Todos os cargos são de período integral e de longa duração, e os contratados devem trabalhar 40 horas por semana em horário flexível.  Os funcionários podem, por exemplo, aproveitar a Lapa em uma noite de quinta-feira, tirar folga na sexta-feira e trabalhar mais no sábado; ou trabalhar durante a noite e relaxar na praia de Ipanema durante o dia.

Com todas as posições 100% remotas, aqueles que são contratados pela Crossover não precisarão — nem se espera isso deles — se mudarem. Os funcionários podem realizar o trabalho de onde quiserem, seja no Rio de Janeiro, Lisboa ou Londres. Ao permanecer no Brasil, no entanto, o dinheiro fornecido pela Crossover é injetado diretamente na economia do país.

“Uma vez que um engenheiro de software brasileiro experimenta a liberdade do trabalho remoto, ele não tende a retornar ao trabalho fixo em escritório”, diz Tryba.