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Execução de script afeta servidor PostgreSQL e apaga 16,5 mil processos do TCE-AM

Execução de script afeta servidor PostgreSQL e apaga 16,5 mil processos do TCE-AM

Os processos eletrônicos do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) afetados pela pane nos sistemas e-Contas Spede (Sistema de Processos e Documentos Eletrônicos) — a qual excluiu dados dos dois softwares — devem ser 100% recuperados até a próxima semana, segundo garantiu, na manhã de terça-feira (03/10/2017), o conselheiro-presidente do TCE-AMAri Moutinho Júnior, em entrevista coletiva.

Ocorrido há 38 dias, por causa de uma execução indevida de um script (sequência de comados), o incidente afetou o servidor de dados PostgreSQL, atingindo 16,5 mil processos (80% de processos de aposentadoria), dos quais 62% já foram plenamente recuperados e os outros 38% estão em fase de recuperação.

Execução de script afeta servidor PostgreSQL e apaga 16,5 mil processos do TCE-AM

Acompanhado do diretor-presidente da Empresa de Processamento de Dados Amazonas S/A (Prodam), Márcio Lira;  do procurador-geral do Ministério Público junto ao TCE, Carlos Alberto de Almeida, e da nova diretora de Tecnologia da Informação (Ditin) do TCE, Sheila Nóbrega, o conselheiro-presidente anunciou que os dois servidores concursados identificados como os responsáveis pela pane (direta e indiretamente) responderão administrativamente na Corregedoria do TCE pelo problema técnico causado eterão de ressarcir aos cofres públicos os R$ 33 mil gastos na contratação das empresas especializadas Bot Recuperação de Dados4 LinuxCBL, que atuam na recuperação dos dados, em parceria com a Prodame o Ditin.

Ao descartar a hipótese de sabotagem ou invasão de hacker, o conselheiro Airy Moutinho Júnior explicou que o problema ocorreu por “excesso de confiança e falta de responsabilidade” por parte dos dois servidores. Um que mexia diretamente com o PostgreSQL, que alimentava o Spede e o e-Contas, e outro por saber das limitações do backup e da necessidade de ampliação do mesmo e não tomar as providências necessárias como gestor

“O TCE tem backup, tanto que os dados estão sendo recuperados paulatinamente, mas o incidente havia tornado inacessível os arquivos, bloqueando o acesso”, comentou o conselheiro-presidente.

 
O conselheiro Ari Moutinho Júnior justificou que o TCE ainda não havia se manifestado a respeito do assunto por orientação da Polícia Civil, que também acompanha o caso, e para não ser levianos, uma vez queempresas especializadas estavam atuando no caso. Na próxima semana, o e-Contas e o Spede voltam às atividades normalmente. Os gestores públicos que ficaram sem comunicação através dos sistemas terão os prazos processuais dilatados.
 
Servidores afastados
 
Segundo o conselheiro-presidente Ari Moutinho Júnior, foram as três empresas, a Prodam e a polícia que elucidaram o caso, ao identificar o IP da máquina do servidor, que era cedido pela Prodam e já foiexonerado das atividades na corte de Contas. O então diretor de Tecnologia da Informação também foi substituído“Os servidores serão encaminhados à Corregedoria e serão obrigados a ressarcir os custos do Tribunal de Contas, porque nós não toleramos a imprudência e o excesso de confiança, que geraram preocupação momentânea na população do Estado do Amazonas”, disse ao garantir que os processos de prestações de contas dos mais de 300 órgãos públicos (Estado e municípios), os de aposentadoria, entre outros, estão sob segurança e voltam à normalidade na outra semana.
 
Questionado sobre a participação do Diretor de Controle Externo de Auditoria de Tecnologia da Informação, Eduardo Nunan na pane dos sistemas, o conselheiro Ari Moutinho Júnior explicou que o servidor não tem nada a ver com a questão, uma vez que a Diati é o setor do TCE responsável diretamente pelas auditorias na área de TI nos órgãos públicos e não pelo setor de informática do TCE.
 

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Ofertas de domínios '.br', para sites no Brasil, ganham novas regras; veja como fica

Ofertas de domínios ‘.br’, para sites no Brasil, ganham novas regras; veja como fica

Liberação de nomes de endereços removidos da internet ocorrerá 1 vez por mês e não 3 vezes ao ano; domínios disputados serão vendidos para o maior lance.

Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) anunciou nesta terça-feira (29) que vai alterar as regras para liberação de domínios de internet no Brasil (aqueles que terminam com “.br”) que tenham sido retirados do ar. O que muda é:

  • Liberação de domínios removidos da internet será feita todo mês, e não três vezes ao ano.
  • Domínios muito disputados serão vendidos para o maior lance, em vez de ficar congelados após muitos embates.

A nova resolução foi aprovada na última reunião do comitê. Foi o primeiro encontro dos conselheiros desde que entrou no ar a consulta pública proposta pelo governo federal para recolher sugestões de mudança no CGI.br.

A nova regra não diz respeito aos domínios novos, ou seja, que nunca foram usados. Trata apenas daqueles que já tinha sido registrados e foram retirados da internet por motivos como:

  • Solicitações de cancelamento;
  • Não renovação pelo antigo titular;
  • Irregularidades.

Esses domínios podem ser angariados em processos de liberação. Até agora, ocorriam só três vezes ao ano, mas serão mensais a partir de setembro.

A proposta é que comecem na segunda quarta-feira de todo mês e durem sete dias. O procedimento a ser feito já nos moldes das novas regras ocorrerá a partir de 13 de setembro.

Outra mudança é que os domínios que terminarem a rodada de liberação com mais de um interessado passarão por um novo processo competitivo. As disputas serão leilões, em que vence aquele que oferecer o maior valor.

Os lances podem variar de R$ 50 a R$ 20 mil, dependendo do preço ofertado pelo domínio. Para endereços cuja oferta seja de até R$ 1 milhão, o valor do lance é ilimitado.

Em 13 de setembro, 400 mil nomes de domínio serão oferecidos a interessados. A lista daqueles que podem passar por uma nova disputa é atualizada enquanto o processo estiver no ar.

Mais de 500 endereços já são candidatos a passar pelo leilão. São endereços que já haviam passado por seis disputas para voltar ao mercado e não foram angariados por ninguém ou houve um impasse. Até agora, as regras do CGI.br determinavam que domínios nessa situação ficavam reservados indefinidamente e não voltavam à internet brasileira.

Fonte