Apesar de alertas do Banco Central, golpe do «dinheiro esquecido» já teria feito milhares de vítimas

Segundo a empresa de segurança PSafe, já existem diversos sites falsos utilizando o tema para atrair o interesse do público. Os criminosos estão utilizando aplicativos de mensagens e redes sociais para distribuir links falsos e solicitar informações bancárias. O BC alerta que a única forma de acessar o sistema é através do site “Sistema Valores a Receber” (valoresareceber.bcb.gov.br).

Fonte: Canaltech

Pix Saque e Pix Troco estão disponíveis a partir de 29/11/2021

Pix Saque e Pix Troco estão disponíveis a partir de 29/11/2021

Pix Saque e Troco entram em operação nesta segunda-feira: o Pix Saque permitirá saques em dinheiro em locais que ofertarem o serviço, como estabelecimentos comerciais e redes de caixas eletrônicos. No Pix Troco, um saque extra de valor pode ser feito durante o pagamento de uma compra (no extrato da pessoa aparecerão separados os valores correspondente à compra e ao saque). As informações são da Agência Brasil.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

«NFT» é escolhida como palavra do ano

«NFT» é escolhida como palavra do ano

Segundo o dicionário inglês Collins, a abreviatura para “Token Não Fungível” merece a distinção, ao convergir temas como dinheiro e internet. Neste ano, expressões como “trabalho híbrido” e “ansiedade climática” foram algumas das finalistas. As informações são do blog da Collins.

NFT‘ , a abreviatura de ‘token não fungível‘, o identificador digital exclusivo que registra a propriedade de um ativo digital que entrou no mercado e viu milhões serem gastos nas imagens e vídeos mais procurados, foi chamado de Collins Word of o ano de 2021.

É uma das três palavras baseadas em tecnologia que fazem parte da longa lista de dez palavras do ano de Collins, que inclui sete palavras totalmente novas em CollinsDictionary.com.

Fonte: https://www.collinsdictionary.com

Vale a pena anúnciar no Facebook?

não vale a pena gastar dinheiro com facebook

A pergunta completa é se vale a pena gstar dinheiro com Facebook e Twitter para promover sua marca ou empresa. Segundo o estudo da empresa de análise de mercado Forrester Research, a resposta é não.

Investir em Redes Sociais não é coisa do futuro e nem mais do presente, parece que ficou no passado, segundo a pesquisa.

O problema é que, como muita gente que trabalha com marketing e tecnologia já sabe, o Facebook vem reduzindo o alcance dos posts promocionais na rede. Isso significa que cada vez menos gente vê o que as empresas publicam lá. Quem quiser ter maior alcance tem de pagar por isso.

Na semana passada, o Facebook divulgou que vai apertar ainda mais o cerco sobre as marcas. A rede social diz, num comunicado sobre posts promocionais, que “de janeiro de 2015 em diante, as pessoas vão ver menos conteúdo desse tipo em seus feeds de notícias”.

O Facebook alerta que “páginas institucionais que publicam conteúdo promocional devem esperar que a distribuição orgânica desse conteúdo caia significativamente com o tempo”.

Nate Elliott, analista da Forrester Research, observa, em seu blog, que a situação já não é animadora para as marcas. “A Ogilvy relatou que, em fevereiro de 2014, posts de grandes marcas no Facebook atingiam apenas 2% de seus fãs, um número que vem caindo 0,5% ao mês.”

“No início deste ano, um estudo da Forrester mostrou que, na média, só 0,07% dos fãs das grandes marcas interagem com o que elas publicam no Facebook. Mas esse último anúncio do Facebook certamente vai piorar as coisas”, prossegue ele.

  • Recomendações

Elliot analisa a questão no relatório “Estratégias de Relações Sociais que Funcionam”, lançado pela Forrester nesta semana. Ele recomenda que as empresa invistam em seu próprio site e na comunicação por e-mail, em vez de apostar no Facebook e no Twitter.

“Nos Estados Unidos, adultos que estão online e querem manter contato com sua marca têm três vezes mais chance de visitar seu site do que de interagir com você no Facebook”, afirma Elliot. Para ele, um caminho promissor é o das comunidades focadas numa determinada marca.

Ele cita o exemplo do site Greatness Awaits, criado pela Sony para promover o PlayStation 4. O site teve mais de 4,5 milhões de visitas no final de 2013 e, na análise de Elliot, ajudou o PlayStation 4 a superar o rival Xbox One em vendas.

A outra recomendação de Elliot é que as empresas usem e-mail na comunicação com seu público. “Os americanos online que querem manter contato com uma marca têm duas vezes mais chance de assinar um informativo por e-mail do que de interagir com a marca no Facebook”, afirma ele.

“Seus e-mails são entregues a mais de 90% dos destinatários, enquanto seus posts no Facebook só chegam a 2% deles. E ninguém fica dizendo o que você pode e o que não pode escrever nos e-mails. Se você tiver de escolher entre ganhar um assinante de uma lista de e-mail ou ganhar um fã no Facebook, fique sempre com o e-mail.”

  • Cautela

Naturalmente, essas recomendações devem ser vistas com cautela, especialmente por empresas menores, que não têm o poder de fogo de uma Sony.

Para muitas delas, por menor que seja o retorno trazido pelas redes sociais, ele ainda é importante para os negócios. E essas empresas sempre terão a opção de pagar ao Facebook para ter seus posts promovidos na rede.

Fonte: http://exame.abril.com.br