Ministério Público quer R$ 1,9 milhão de site que baixa vídeos do YouTube

Ministério Público quer R$ 1,9 milhão de site que baixa vídeos do YouTube

Ministério Público quer fazer acordo milionário para encerrar processo contra site que baixa vídeos do YouTube: o órgão está pedindo 1,9 milhão de reais e o site também precisaria bloquear usuários e pagamentos vindos do Brasil, além de relacionar IPs que tentassem driblar esse bloqueio. O dono do site Yout, o estadunidense Johnathan Nader, afirma ter um histórico de lutas contra esses tipos de ação. As informações são do Tecnoblog.

Fonte: https://tecnoblog.net

Pesquisadores desenvolvem app que detecta câmeras escondidas

Pesquisadores desenvolvem app que detecta câmeras escondidas

O aplicativo combina o recurso “time-of-flight” (presente em sensores de câmeras na maioria dos smartphones convencionais), visão computacional e machine learning para localizar reflexos de câmeras ocultas, atingindo uma taxa de detecção de 88,9%. Sriram Sami, um dos pesquisadores, pretende lançar uma versão open source do aplicativo para dispositivos Android. Informações via o site HackerNews.

Essas câmeras ocultas podem ser facilmente compradas e são extremamente difíceis de encontrar a olho nu devido ao seu tamanho reduzido. As soluções de última geração que visam detectar essas câmeras são limitadas, pois requerem equipamentos especializados e apresentam baixas taxas de detecção. Trabalhos acadêmicos recentes se propõem a analisar o tráfego sem fio gerado por câmeras ocultas.

Fonte: http://www.f4news.com

Carro de bombeiros do futuro

O carro de bombeiros do futuro

Conceito pelos links originais da DAHIR INSAAT. Dahir Insaat tem trabalhado em uma forma visionária de transporte urbano, uma idéia que ele diz “vai substituir ônibus, bondes e os trólebus nas cidades do futuro. O “transporte giroscópico” do insaat via veículos enormes, em forma de disco, transbordando pelas ruas sobre rodas, elevados acima do tráfego e sobrepostos para formar múltiplas camadas de viagem. o projetista argumenta que seu modo de transporte proposto teria “um enorme potencial para fornecer um meio de transporte eficiente, econômico, seguro, ambientalmente amigável, confortável e manobrável, independente dos fluxos de tráfego em vias arteriais“.

Enquanto os pods móveis podem parecer insondáveis ​​para o uso diário, a Insaat garante que o projeto proposto é totalmente funcional e está pronto para construir cidades futuras com eles.

Ele explica, “posso dizer sem exagero que esse meio de transporte é compatível com o habitat humano, com os espaços em que os habitantes da cidade se recriam. pode passar ao lado de parques, praças e caminhos de pedestres e, em alguns casos, pode até pedalar ao lado de pessoas passeando por grandes avenidas. afinal, é absolutamente seguro em termos ecológicos e físicos.

A Insaat propõe que os giroscópios sejam alimentados inicialmente por volantes de manhã, e continuem a ser alimentados durante todo o dia a partir de energia fornecida por painéis solares montados nos tetos dos carros. as vagens são empoladas em pernas expansíveis que podem contrair e ampliar dependendo do contexto, o que significa que elas podem passar sob pontes e viadutos com facilidade. no interior, os passageiros sentam-se em fila como se estivessem em um metrô ou ônibus, ou – alternativamente – em estilo de passeio dentro de luxuosos camarotes que incluem sofás confortáveis ​​e aparelhos de TV.

Os veículos são elevados acima do tráfego, sobrepostos uns aos outros para formar várias camadas de viagem. Os veículos continuariam a ser alimentados durante todo o dia a partir de energia fornecida por painéis solares.

Paper Airplane World Championship - Red Bull Paper Wings 2015

Mundial de Aviões de Papel

Veja aqui um resumo de como foi o Paper Airplane World Championship – Red Bull Paper Wings 2015

E ainda tem uns caras fazendo isso com papel …

Little upgrade in paper planes

O que é socialismo

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.

Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e ‘justo’.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um “A”…

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano… Para sua total surpresa.

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.

Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado. “Quando a recompensa é grande”, ele disse, “o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.

Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.”

“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”

Adrian Rogers, (1931-2005)