China está desenvolvendo “Lua artificial” para simular baixa gravidade

China está desenvolvendo “Lua artificial” para simular baixa gravidade

Uma câmara de vácuo combinado com um poderoso campo magnético consegue recriar um ambiente de baixa gravidade para o teste de equipamentos e ferramentas espaciais. A instalação foi parcialmente inspirada em pesquisas conduzidas pelo físico russo Andrew Geim, que fez flutuar um sapo utilizando ímãs — o experimento rendeu a Geim o satírico Prêmio Ig Nobel de Física no ano 2000.

Fonte: site Futurism e Wikipedia

Cientistas utilizam teia de aranha como inspiração para criar sensor mais preciso do mundo

Cientistas utilizam teia de aranha como inspiração para criar sensor mais preciso do mundo

Um sistema de aprendizado de máquina se inspirou em teias de aranha para desenhar o dispositivo nanomecânico que é capaz de vibrar em isolamento extremo de qualquer tipo de ruído. A descoberta tem implicações para o estudo da gravidade, matéria escura, internet quântica e navegação. As informações são do site Phys.

Fonte: https://phys.org

A Terra não é redonda

Temos a ilusão que o planeta terra e redondo, um lindo planeta esférico e azul, mas se tiramos toda a água do planeta, veja o que sobra. Também é interessante verificar as temperaturas conforme o gráfico animado abaixo. é uma visão assustadora do planeta Terra sem as águas. Cientistas dizem que a Terra parece uma batata?

a terra não é redonda sem água

Uma animação divulgada pela agência espacial européia (ESA, na sigla em inglês) mostrou pela primeira vez a variação da força da gravidade na Terra e como ela deforma o planeta. A escala em que o modelo foi apresentado dá a impressão que a Terra é muito mais deformada do que é, na realidade, mas isso foi proposital, segundo os cientistas. Dados do satélite GOCE mostram como a gravidade afeta a Terra em diferentes partes do globo. A gravidade é mais forte nas áreas pintadas de AMARELO e diminui até as áreas pintadas em AZUL. A pesquisa irá auxiliar na compreensão do comportamento do planeta, marés e movimentos sísmicos.

“É apenas um modelo que aumenta a escala para destacar o que se quer mostrar. Se em vez de colocar nele a representação da gravidade, colocássemos a da altitude, os Andes apareciam como um calombo e o Oceano Pacífico como uma depressão”, explicou João Steiner, professor titular do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG).

A deformação parece tão grande porque foi feita um aumento de escala em uma direção apenas, a do raio da Terra.

“A altura dos Andes e do Pacífico são cerca de mil vezes menores do que o raio da Terra. Se você fizesse uma foto da Terra do espaço e multiplicasse por 100 a altura dos Andes e do Pacífico nessa direção, você começaria a enxergá-los pois eles passaram a ter 10% do raio da do planeta.”, conforme explica Steiner.

planeta sem água