A divisão de pesquisa de IA da Disney desenvolveu um método híbrido para simulação facial com qualidade de filme

A divisão de pesquisa de IA da Disney desenvolveu um método híbrido para simulação facial com qualidade de filme

Disney combina computação gráfica e deepfakes em nova tecnologia: a divisão de inteligência artificial da companhia desenvolveu um método híbrido de simulação facial para filmes, combinando a renderização neural de rostos — que pode produzir olhos e bocas com realismo — e texturas faciais baseadas em computação gráfica tradicional, mais consistentes e adequadas para efeitos visuais. As informações são do site UniteAI.

Fonte: https://www.unite.ai

«Robôs Vivos» que podem se reproduzir

«Robôs Vivos» que podem se reproduzir

Pesquisadores criam primeiros “robôs vivos” que podem se reproduzir: os chamados de “xenobots”, organismos que contém o genoma completo e inalterado de uma espécie de anura (sapo), mas projetados por uma inteligência artificial, acabaram demonstrando uma forma inteiramente nova de autorreplicação biológica, nunca antes vista em plantas ou animais. A descoberta é promissora no desenvolvimento de uma IA que possa criar ferramentas biológicas no campo da medicina regenerativa e para o tratamento de lesões traumáticas, câncer e envelhecimento. As informações são do Instituto Wyss de Harvard.

Fonte: https://wyss.harvard.edu

Novo tipo de aprendizado de máquina é 100 mil vezes mais rápido do que modelos tradicionais para previsão do clima

Novo tipo de aprendizado de máquina é 100 mil vezes mais rápido do que modelos tradicionais para previsão do clima

O “Fourier Neural Operator” (FNO) é um framework que permite inteligências artificiais resolverem uma gama de equações diferenciais parciais de uma vez só. O sistema consegue simular e prever com precisão eventos climáticos extremos, permitindo um melhor planejamento em desastres naturais. As informações são do blog da Nvidia.

Fonte: https://blogs.nvidia.com

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Inteligência Artificial para ler lábios

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Google “ensina” Inteligência Artificial a ler os lábios

A tecnológica de Mountain View está desenvolvendo Inteligência Artificial que seja capaz de ler os lábios. Através da sua divisão DeepMind, a Google quer desenvolver o software de leitura orofacial mais precisa de todas, que tem muitos aspetos positivos, mas também traz os seus problemas éticos.

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Em parceria com a Universidade de Oxford, os investigadores da DeepMind, o braço da Google que se dedica à Inteligência Artificial, desenvolveram um software que consegue ler os lábios com uma acuidade de 46,8%.

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De acordo com o The Verge, a IA da DeepMind, batizada de “Watch, Listen, Attend, and Spell”, analisou mais de 5.000 horas de programas televisivos da emissora BBC sobre política. Apesar de o grau de precisão ter ficado aquém do que seria desejado, é referido que um leitor de lábios profissional – um humano, bem entendido – apenas conseguiu acertar em 12,4% das palavras.

Consta que esta tecnologia tem um amplo leque de aplicações, tais como permitir que pessoas com incapacidades auditivas possam compreender de melhor forma conversas, tanto televisivas como no mundo real.

Pode também vir a ser integrada em óculos de realidade aumentada. Desta forma, bastaria apenas olhar para uma pessoa para saber o que ela estaria a dizer. No entanto, esta aplicação pode ter implicações legais menos positivas, como por exemplo a violação do direito à privacidade, caso seja utilizada para “escutar” as conversas alheias e não para tentar descortinar o que está a dizer a pessoa que se encontra à nossa frente.